Biografia
Que raios seria um guião?
Começo hoje a minha saga em busca de uma melhor forma de colocar no formato de um roteiro de curta-metragem a história desconexa que tenho em mente. Vai ser uma grande aventura, e para correr esse risco fui atrás de coisas que me ajudassem na preparação.
Nessa procura, descobri que Portugal é um país academicamente desenvolvido na prática de roteiro e tem vasta bibliografia sobre o tema. Bem, só entendi isso, é claro, depois que decifrei a pergunta do título deste artigo. Guião - esta palavrinha esquisita que sempre aparecia nas minhas buscas no Google - nada mais é do que o equivalente em Portugal para roteiro.
Encontrei um curso muito interessante no blog do João Nunes, um dramaturgo português, que dividiu a roteirização em 20 atos. E há chances que essa oficina online se desdobre em outros artigos, dependendo da inspiração do autor. Também encontrei uns exercícios criativos no site do Tela Brasil, um projeto itinerante de incentivo ao cinema, que podem me ajudar destravar minha veia dramática.
Um amigo me sugeriu escrever um argumento antes de começar o roteiro porque não estava nada claro sobre o que era a história e, muito menos, se havia uma história a ser contada. É, na mesma hora concordei com ele, não há mesmo nada claro, mas acredito que o exercício do roteiro é que vai me revelar essa história. E esse é o motivo de registrar o caminho percorrido aqui. Até logo.
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